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Os poderes do Barbatimão: também serve como banho de assento para mulheres com candidiase

Corrimento vaginal, por vezes chamado de simplesmente corrimento, vulvovaginite ou vaginite é muito comum entre as mulheres. Uma das causas pode ser a chamada Candidíase, embora existam outras fonte também. No geral, o corrimento branco ou esverdeado, é acompanhado de mau cheiro (ou não) e acompanhado de coceira, irritação e vontade freqüente de urinar.

Aqui vai uma forma de livrar se da candidíase sem medicamentos, apenas com uma lavagem natural da vagina. Mas lembre-se a consulta com um ginecologista é indispensável.

BarbatimãoBarbatimão

Você vai precisar de:

  • Duas xícaras de chá de cascas de barbatimão,
  • Dois litros de água
  • Uma colher de sopa de suco de limão (ou vinagre)

Modo de Preparo:

Ferva a água com as cascas de barbatimão por 15 minutos. Depois deste tempo, coe e acrescente a colher de suco de limão (ou vinagre, se preferir).

Posologia

Faça lavagens com o líquido quando julgar necessário

Cuidados

Não ingerir.

 

 

BARBATIMÃO:  Stryphnodendron barbatiman

(tirei do site http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Stryphnodendron_barbatiman.htm)

Nome científico Stryphnodendron barbatiman Mart.

Família: Fabaceae.

Sinônimos botânicos: Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville; Mimosa barbadetimam Vell.; Mimosa virginalis Arruda; Acacia adstringens Mart.

Nomes populares: barbatimão-verdadeiro, barba-de-timan, barba-de-timão, casca-da-mocidade, casca-da-virgindade, iba-timão, ibatimô, paricarana, uabatimô, ubatima, ubatimó, chorãozinho roxo, paricana, verna, piçarana (Pará). Barbatimão alumbark (inglês), barbatimão (inglês, espanhol, francês, italiano, alemão).

Constituintes químicos: taninos condensados, substâncias monoméricas (flavan-3-óis) e proantocianidinas (entre elas 8 tipos de prodelfinidinas e 8 prorobinetinidinas), substâncias tânicas (20 a 30%), taninos (18 a 27%), alcalóides não determinados, amido, matérias resinosas, mucilaginosas, matéria corante vermelha, ácido tânico, estrifno, açúcar solúvel, flavonóides, flobafenos.

Propriedades medicinais: adstringente, anti-hemorrágica, anti-séptica, antibacteriana, antiblenorrágica, antidiabética, antidiarréica, antiescorbútica, antileucorréica, cicatrizante, coagulante sangüíneo, depurativa, diurética, emética, hipotensora, oftálmica, tônica.

Indicações: casca: úlceras, feridas, impigens, doenças da pele, afecções da garganta, corrimento vaginal, leucorréia, gonorréia, catarro uretral e vaginal; colite, diarréia, escorbuto, anemias, hemoptises, hemorragia uterina, gastrite, úlcera gástrica, câncer, afecções hepáticas, diabetes. Folhas: tônica, hérnia.

Parte utilizada: casca do caule, folhas.

Contra-indicações/cuidados: há indícios de que as sementes sejam tóxicas.

Modo de usar:
– Uso externo: cascas reduzidas a pó e aplicadas no local ou decocção de1 colher de sopa da casca em 1 litro de água morna, para uso sob a forma de banhos, gargarejo, lavagens vaginais e uterinas, úlceras, impingens, etc. Adstringente, tônico, hemostático, antidiarréico, catarros uretrais e vaginais, leucorréia, feridas, adstringente das gengivas.
– Uso interno: Casca, folha por infusão.
– Decocção: ferver 20 g da casca em 1L de água. Dosagem normal (3 a 5 xícaras /dia).
– Dosagem bem leve (1 xícara /dia), em casos de úlcera do estômago e duodeno.
– Tintura, tomada pela manhã, diluída em um pouco de água, alternando-se com a tintura de carqueja, à noite, para casos de asma, bronquite asmática. O tratamento poderá se estender até 12 meses no caso de asma crônica.
– Outros usos: Curtume para o tratamento de couro. No passado, foi usado pelos índios na produção de tinta vermelha.

Algumas espécies do gênero: Stryphnodendron.

 

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