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Estudio Estado de la Situación de Anticoncepción de Emergencia en Chile año 2013

Les adjunto el Estudio Estado de la Situación de Anticoncepción de Emergencia en Chile año 2013, realizado por el equipo  de Claudia Dides, Leslie Nicholls, Natalia Bozo y Constanza Fernandez. Este estudio se ha venido realizando desde el 2008 lo que nos permite tener 5 años de seguimiento. Espero por favor lo difundan.

Abaixe aqui: Estado Situación entrega AE 2013-CESOP-FACSO

Centro Estudios Sociales y Opinión Pública-CESOP

Facultad de Ciencias Sociales- Lord Cochrane 417, Santiago- Universidad Central de Chile

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Marco Feliciano pede prisão de duas mulheres que se beijavam em público

A ação ocorreu em São Sebastião, no litoral paulista. Após prestarem depoimento, as mulheres foram liberadas

Filipe Barros – Diario de Pernambuco

Publicação: 17/09/2013 09:38 Atualização: 17/09/2013 10:48

Feliciano pede prisão de duas mulheres que se beijavam em público. Foto: Monique Renne/CB/D.A Press
Feliciano pede prisão de duas mulheres que se beijavam em público. Foto: Monique Renne/CB/D.A Press

Um novo episódio de protesto com o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) veio a público nesta terça-feira (17).Duas jovens foram presas no domingo (15), em São Sebastião, no litoral paulista, quando se beijavam durante uma pregação do pastor.

A pedido do parlamentar, que foi aplaudido pelo público, Joana Palhares, 18 anos, e Yunka Mihura, 20, foram cercadas por agentes da Guarda Municipal que as algemaram e as levaram para a delegacia”A polícia militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe Joana, é a casa de Deus”, esclamou o deputado.

As mulheres reclamaram da violência da polícia. Segundo Joana, Yunka chegou a ser jogada contra uma grade próximo ao palco. Após prestarem depoimento, foram liberadas.

No mês passado, um grupo de jovens começou a cantar um grande sucesso do Mamonas Assassinas, ‘Robocop Gay’, que entre seus versos tem: ‘abra sua mente, gay também é gente’. Dançando, os jovens passam a mão na cabeça de Feliciano e na de seu acompanhante, que tentam permanecer impassíveis nas poltronas. Um dos versos da música foi alterado para: ‘Feliciano também pode, não tente disfarçar’. No Twitter, entretanto, Feliciano e o cantor Roberto Marinho, que o acompanha na agenda de fim de semana, manifestaram incômodo com a cena.

Desde que se tornou presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Feliciano tornou-se alvo de críticas. Os protestos se voltaram também contra o projeto apelidado de “cura gay” (arquivado em julho), que pretendia revogar uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. A resolução determina que os profissionais não poderiam se engajar em nenhuma prática discriminatória e de reversão da homossexualidade.

Em entrevista ao programa Pânico na Band, da Rede Bandeirantes, o religioso rechaçou qualquer possibilidade de deixar o cargo. “Fui eleito por um colegiado. É um acordo partidário e acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, disse o parlamentar. Feliciano afirmou ainda que renunciar ao cargo seria como assinar um atestado de confissão de que é racista.

retirado de: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/09/17/interna_politica,462642/marco-feliciano-pede-prisao-de-duas-mulheres-que-se-beijavam-em-publico.shtml

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Nota de Repúdio ao Estatuto do Nascituro, I Seminário de Políticas Públicas para Jovens Mulheres, 08/06/2013.

Nota de Repúdio ao Estatuto do Nascituro
I Seminário de Políticas Públicas para Jovens Mulheres

As mulheres presentes no I Seminário de Políticas Públicas para Jovens Mulheres, realizado em Brasília entre os dias 06 e 08 de junho de 2013, vêm por meio desta manifestar em consenso seu total repúdio à aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT) no dia 05/06/2013.

Reinvidicamos a não aprovação do referido Projeto de Lei pela Comissão de Constituição e Justiça, fato que representaria grave retrocesso social em relação aos direitos fundamentais de todas as mulheres, principalmente das jovens, comumente mais suscetíveis à situações de risco e quebra de integridade física. O PL 478/2007 apresenta os seguintes retrocessos:

A absoluta prioridade do direito à vida assegurado ao nascituro viola a integridade física, psíquica e social da mulher. Nesse sentido, caso sua gestação oferecesse riscos de morte à gestante, ela seria obrigada a mantê-la: a vida em potencial passa a ser mais importante do que a consolidada.

Criminalizaria todos os indivíduos ou entidades que se manifestassem favoráveis à legalização do aborto, silenciando uma pauta histórica do movimento feminista e demais movimentos sociais. Além disso, o simples questionamento ao Estatuto se configuraria enquanto apologia ao crime, ferindo o direito constitucional de liberdade à expressão e coibindo o questionamento e a participação da sociedade civil na construção da legislação.

Faria com que a continuidade da gestação fosse imposta às mulheres vítimas de estupro, desrespeitando a atual legislação. Se for identificado, o nome do agressor deverá constar na documentação do nascituro, e o mesmo ficará responsável pelo pagamento de uma bolsa-estupro, obrigando a mulher a conviver com o resultado de uma violência a qual foi submetida e a dividir a paternidade com seu agressor.

O Estatuto do Nascituro se apresenta enquanto um desrespeito às liberdades laicas e ao direito de dispormos de nossos corpos. Não nos calaremos diante de nenhuma proposta que desrespeite a autonomia e a garantia a auto determinação das mulheres!

Assim se manifestam:

Liga Brasileira de Lésbicas
Fórum Nacional Juventude Negra
Coletivo de Mulheres Negras Louva Deusas
Articulação de Mulheres Brasileiras
Tambores de Safo
Fora do Eixo
CUT – Central Única dos Trabalhadores
Organização de Mulheres Negras Ativas
Marcha Mundial das Mulheres
Geledés – Instituto da Mulher Negra
CAMTRA – Casa da Mulher Trabalhadora
Outras Palavras
Associação Frida Kahlo

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Marcha de las motas, põe em check racismo no Uruguai

El círculo se estrecha

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Fotografía: Nairí Aharonian

19.12.2012 08:48

Hoy se realiza la “Marcha de las motas”, la movilización que se organizó en repudio a la agresión a Tania Ramírez. El taxista que transportó a las agresoras de Ramírez prestó testimonio, gracias a lo cual, según versiones de prensa, la Policía pudo visitar los domicilios de tres de las agresoras. Las mismas habrían viajado al interior.

Hoy se realiza la “Marcha de las motas”, la movilización que se organizó para repudiar la agresión a Tania Ramírez, funcionaria del Ministerio de Desarrollo Social (Mides) y activista por los derechos de la población afrodescendiente. La actividad cuenta con el apoyo de diferentes instituciones sociales, organismos del Estados y todos los partidos políticos.

La marcha parte a las 18 horas desde el Obelisco y recorrerá 18 de Julio hasta la Universidad de la República. En caso de lluvia, la actividad se suspende para el día jueves.

A nivel judicial, el taxista que transportó a las mujeres que agredieron a Ramírez a la salida del boliche Azabache, prestó testimonio ante la Policía. El trabajador se presentó voluntariamente ante las autoridades y quedó en libertad.

En cuanto a la investigación policial, el subjefe de Relaciones Públicas, Álvaro De Lorenzo, dijo a Montevideo Portal que dos de las agresoras ya fueron identificadas. Según una versión que maneja hoy Unoticias, la policía visitó los domicilios de tres de las cinco mujeres buscadas por la golpiza. Se trata de una mujer de 25, su madre de 45 y otra de 26, que viven en Malvin, Gruta de Lourdes y Piedras Blancas, pero que decidieron irse al interior para evitar pasar las fiestas en prisión.

El jefe de Relaciones Públicas de la Policía, José Luis Rondán, dijo a Montevideo Portal que si bien no hay información oficial al respecto, la localización de los domicilios podría haberse logrado a través del testimonio del taxista que transportó a las agresoras.

País racista

El martes, Elizabeth Suárez, integrante de Mizangas, dijo a Montevideo Portal que “de alguna manera esta situación que se evidencia a nivel de los medios, es porque Tania era conocida públicamente. Entendemos que no es un caso aislado. Es un caso de los tantos de discriminación que existen a nivel nacional. Es aberrante y una vergüenza. Estamos satisfechos por la respuesta obtenida, y entendemos que la sociedad está asqueada con estas situaciones que transitan con total impunidad”.

La integrante de Mizangas, considera que “Uruguay es sin lugar a duda un país racista”.

Movilización de Mizangas

Este lunes se pronunció el gobierno a través de un comunicado del Ministerio de Desarrollo Social (Mides) en el que convocó “a toda la ciudadanía a participar de la movilización de Mizangas”.

El Mides expresó “su más absoluto rechazo” a la “brutal acción de motivación racista”, por lo que decidió instar a la población a asistir a la movilización “por justicia y contra el racismo”.

También se pronunciaron las organizaciones Mundo Afro y la Casa de la Cultura Afrouruguaya. Ambas manifestaron su repudio a la agresión a Ramírez y su compromiso por el esclarecimiento de los hechos, a la vez que llamaron a participar de la manifestación del miércoles próximo.

Por su parte, el Comité Central Israelita del Uruguay condenó este lunes “el brutal atentado racista contra la joven Tania Ramírez”.

También la B’nai B’rith se sumó a la indignación por el ataque a Ramírez y pidió que se le aplique a los responsables “todo el peso de las normas”. Esta organización judía será otra de las participantes de la concentración.

En tanto, el Partido Nacional y el Partido Colorado resolvieron apoyar las convocatorias. Los blancos lo resolvieron esta mañana en la sesión de su directorio, según informó la dirigente Beatriz Argimón. Por su parte, el Comité Ejecutivo Nacional del Partido Colorado emitió una declaración en que manifestó su rechazo a “las situaciones de violencia que conmocionan a la sociedad uruguaya” y sumó su adhesión a la convocatoria.

Desde el Partido Independiente, su presidente, Pablo Mieres, planteó a todos los partidos su iniciativa a unirse a una manifestación, lo que recibió una respuesta positiva de blancos, colorados y frenteamplistas.

Montevideo Portal

Retirado de: http://www.montevideo.com.uy/notnoticias_187540_1.html

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