Arquivo da categoria: fim da violência contra a mulher

Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil

 

Lançamento do livro: Dossiê Mulheres Negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil
“As conquistas alcançadas no campo da igualdade de gênero e raça, porém, não podem ofuscar os enormes desafios ainda impostos. Os indicadores sociais disponibilizados todos os anos em nível nacional, e consolidados na publicação ‘Retrato da…s desigualdades de gênero e raça’, editada pelo Ipea em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) e a ONU Mulheres, permitem dimensionar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos.”
Baixe gratuitamente a publicação “Dossiê Mulheres Negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil”, do Ipea Instituto de Pesquisa, aqui: http://goo.gl/dXP0Mr

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_dossie_mulheres_negras.pdf

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1 comentário

Arquivado em banho de assento, estudos feministas, feminismo negro, fim da violência contra a mulher

Salve as bruxas, justiça para as mulheres!

Hoje vamos mandar um salve especial as bruxas!
Lembremos que por muito tempo mulheres que tinham comportamento considerado inadequado, por ouvir vozes, se vestir “como homens”, e especialmente por competir no mercado de trabalho e sociedade com eles foram assassinadas. Como foi o caso da joana D´arc que foi queimada após servir para as forças armadas da França, que usou de toda a sua sabedoria para vencer guerras e quando julgou desnecessário a entregaram para a a igreja católica para ser queimada como bruxa. milhares de mulheres foram assassinadas por este mesmo motiva na Europa e também a aqui no Brasil as Bruxas (feiticeiras negras) foram perseguidas e mortas.
hoje a coisa mudou, mas não muito “feiticeiras negras” e jovens que se vestem “como homens” são as maiores vitimas dos feminicídios, assassinato de mulheres pelo fato de ser mulher e talvez se vestir como homem ou querer ser engenheira, ou mesmo por não querer fazer sexo com o cara.
Vamos saudar as bruxas! e pedir justiça para as mulheres!!!!

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Minuto Intimo

                Na lida diária, no corre-corre, desce e sobe, do ritmo frenético das nossas vidas, muitas vezes não paramos e nem dedicamos um minuto intimo quando possamos olhar para dentro de nós mesmas e finalmente possamos refletir: Afinal como EU estou? Como EU me sinto?

Eu estou muito bem, eu estou chateada, algo me magoou, alguém me persegue, alguém me faz sofrer, me sinto constantemente uma louca… Pois, pare e pense: Quantas vezes seu colo foi conforto, seu sexo foi alimento, seu ombro travesseiro cheiroso, suas mãos trouxeram carinho e ajuda para prosseguir… Mas, e a SUA cabeça, ela doe com freqüência? Seu sexo é uma área esquecida ou um motivo de irá? Sua canela foi raspada? Seu pé torceu? Te doeu o cotovelo? Você se olha no espelho e não tem mais coragem de olhar nos seus próprios olhos?

Mesmo acendendo velas, rogando pragas, fazendo oferenda ou bebendo tudo quanto é liquido mágico, hoje não desceu? Aquela pessoa tão amada te renegou? Você se sente a mais feia entre as feias? Se sente mais velha do que as outras garotas da sua idade? As costas doem e parece que está vestida numa roupa de concreto? Nem mesmo a droga mais alucinógena te tira dos problemas da vida “real”? Numa tentativa louca de ter um minutinho intimo você se tranca no banheiro, leva a mão ao sexo e a masturbação é o único alívio/protesto e quando se dá conta já passou seu minuto e você num sexo sem ruido não escutou na mente a SUA própria voz?

Tomou chá de camomila, de melissa, de capim-santo, banho de sal grosso, banho de assento, xingou o patrão, mandou sua melhor amiga catar coquinhos, já cortou todo o pé de rosa- vermelha que Aquela pessoa  te deu Naquele dia tão bonito, rasgou os livros opressores sobre a opressão,  roubou um foguete e fugiu pra marte… Barbare! Louca! Estúpida! Maluca! Mal amada! Do que vocês estão falando? Eu sou mais eu! Eu não preciso de ninguém! Você vai ver! O mundo roda! Volte aqui! Não me deixe falando sozinha feito uma louca! Escute eu não sou louca, viu!

Respire, conte até três, e no seu minuto intimo saiba que você não está sozinha, somos gerações de mulheres negras, nossa ancestralidade pesa, mas nos ajuda a perceber que não estamos sozinhas nem na dor nem na delícia, o caminho é longo! Não permita que a invisibilidade do cotidiano violento que vivemos seja transformada em problemas íntimos NOSSOS…

por Jackeline Romio

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Repudio frente a un nuevo acto de racismo en uruguay

Repudio frente a un nuevo acto de racismo

Mizangas (movimiento de mujeres afrodescendientes) trabajamos desde el año 2006 para combatir y erradicar de nuestras vidas cotidianas todo tipo de violencia hacia las mujeres, erradicar el racismo no solo es trabajo de las organizaciones sociales, sino que es un compromiso y trabajo de toda la sociedad.

En la madrugada del viernes 14 de diciembre en la

 puerta de Azabache nuestra compañera y hermana Tania Ramírez, sufrió un violento ataque racista que no solo atentó contra su integridad física (golpes de puños, patadas, escupitajos) sino también moral, (negra de mierda, negra motuda, sucia , eso no es pelo, hacete la planchita, etc.) por el solo hecho de ser una mujer visiblemente afrodescendiente, la impunidad, la violencia y el racismo nuevamente nos vulnera en nuestros derechos como ciudadanas y ciudadanos de este país.

Nuestro grupo repudia este hecho desde la mayor indignación y sufre lo que sufrieron otras personas afrodescendientes por el solo hecho de ser orgullos@s, de su afrodescendencia.
Estamos pagando un precio demasiado alto simplemente por ser no tan iguales a la mayoría, y a cambio nos discriminan y nos marginan, reprimiendo nuestras expresiones , queriendo que evitemos ser lo que somos, ocultando nuestra propia estética, maneras de vivir nuestro cuerpo y reclamar nuestros derechos.

¿Hasta cuando seguiremos pagando el precio de ser como somos?

¿Cuándo tendremos una sociedad verdaderamente igualitaria y limpia de esta lacra que es el racismo?

Reiteramos nuestro llamado a todas las autoridades competentes reclamamos que se asegure la integridad de todas las personas en igualdad de condiciones.

No queremos discursos bonitos y palabras vacías, queremos acciones claras y concretas que condenen estos actos de violencia racial con el mayor involucramiento de las autoridades al más alto nivel en lo departamental y nacional.

Tania, para quien no la conoce es una joven estudiante avanzada en relaciones internacionales, por años vedette de Sinfonía de Ansina, militante de la Red NAMUA, hay quienes la conoce como Tania Queen (DJ), trabajadora antes MEC y ahora Mides, ella junto a otras desde Mizangas hemos trabajado para profundizar en la autoprotección y desarrollo personal fortaleciendo a las mujeres afro desde una mirada integral, donde se transversaliza la salud, los derechos ciudadanos, los derechos políticos y culturales.

Convocamos a una movilización el próximo miércoles 19 de diciembre a las 18 hs. en el Obelisco, con el fin de visibilizar, denunciar y terminar las situaciones de racismo vivida por las personas afrodescendientes en este país

Exigimos:

• Que se haga justicia con esta y todas las situaciones de discriminación racial denunciadas y/o presentadas ante la comisión honoraria de lucha contra el racismo con inmediata aplicación del artículo 148 del Código Penal que establece la pena de 3 a 24 meses de prisión.
• El procesamiento con prisión para las agresoras responsables.

“Consideramos al cuerpo y al movimiento como vías de comunicación esenciales, pues a través de ellos se expresan nuestros sentimientos y pensamientos. Nada sucede fuera de nuestro cuerpo y sobre todo cuando en nuestra piel existe un pasado con una connotación histórica. La identidad es primordial para relacionarse con el medio de una manera natural, sin sentir trabas por quienes somos o como somos. Aceptarnos nos permite transitar libres sin prejuicios de nosotros mismos” .-
Tania Ramírez

¿Hasta cuando nuestros cuerpos en resistencia?

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