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Marcha das Vadias na USP 25/11

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Omou Sangaré – Seya: do Mali

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Marcha da Liberdade Rio

Marcha da Liberdade Rio

18 de Junho de 2011 – 14h – Praia de Copacabana. Posto 6 > Leme

“O Rio é uma cidade de cidades misturadas. O Rio é uma cidade de cidades camufladas. Com governos misturados, camuflados, paralelos, sorrateiros. Ocultando comandos…”

Rio 2011. Uma inédita articulação surge hoje no Brasil entre os movimentos sociais, culturais, coletivos, redes, midialivristas, pontos de cultura, cineclubes, universidades, mulheres, gays, lésbicas,  heterossexuais, transgêneros, idosos e crianças, jovens, periferia,  negros… Minorias e maiorias em defesa da liberdade de expressão e no combate a todos os preconceitos.

Todos juntos para fazer valer a Constituição Brasileira que diz: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.”

A Marcha da Liberdade é um movimento transversal conectado pelas lutas locais, nacionais e globais em nome da  liberdade de expressão. E que vem celebrar  a nova forma de fazer política no Brasil, supra-partidária e juntando todas as diferenças.

“A novidade cultural da garotada. Favelada, suburbana, classe média, marginal. É informática, metralha, sub-uzi equipadinha com cartucho musical de batucada digital..”

A Marcha da liberdade junta o precariado da cultura, camelôs, favelados, agentes da economia informal, garotos diplomados, professores, midiativistas, autônomos desempregados, todos que tem que inventar seu próprio trabalho, eco-ativistas, militantes pela legalização das drogas, democratização da mídia,  os pretos, as periferias, todos os gêneros, os que andam por terreiros&quilombos ou por terras digitais.

“Quem é dono desse bêco?  Quem é dono dessa rua? De quem é esse edifício? De quem é esse lugar?”  O Rio de Janeiro não tem dono!

A Marcha da Liberdade nasceu como reação a repressão brutal a Marcha da Maconha de São Paulo (em 21 de maio), mas decolou e virou o embrião de um novo movimento político e cultural: a marcha pela liberdade de expressão, a marcha dos diferenciados, dos insatisfeitos, dos indignados, dos que estão construindo futuros alternativos.

Sem um objetivo único, mas com várias reivindicações e questões, a marcha vai colando no fluxo do desejo de mudança que varre o Acampamento Global juntando movimentos os mais diversos.

A Marcha da Liberdade quer: Liberdade pra protestar! Liberdade pra morar! Liberdade pra circular! Liberdade para expressar os afetos! Liberdade de culto! Liberdade para o funk, o hip hop, o samba e o rap e todos os ritmos! Liberdade para agir e para pensar.

Quando um futuro intolerante se precipita e parece inevitável  é preciso reagir, deter, interceptar, barrar, desviar. A Marcha da Liberdade é a manifestação dos que não aceitam ser calados pela policia, pelos ruralistas, monoteístas, corporativistas, monopolistas…

“O bonde vai, muitos vão ficar pra trás. Ocupar vários espaços é o nosso plano de paz”

A  Marcha da Liberdade é a 1a. Marcha Transversal pós-partidos, pós-classe, pós-caretice e vai acontecer simultaneamente em quase 40 cidades do país.  O século XXI está começando um novo ciclo de revoltas, pró-ativas, que não são apenas de embates, são os movimentos do FLUXO, os movimentos em onda, dai o alto poder de contaminação de um movimento para outro. Movimentos viróticos e de contaminação. Mundo árabe, Europa, Brasil…

É uma EPIDEMIA global que não vai parar tão cedo. São as revoluções em fluxo, sem começo e sem fim.

A Marcha da Liberdade Rio apoia qualquer causa que defenda a liberdade de todos se expressarem e se reunirem em nome daquilo que acreditam ser justo.

“No bonde só quem é na fé. Já é. É nóis. Homem. Mulher. Se for. Falou. Quem não se confirmou. Mete o pé”. (…) “O bonde não para, o bonde não para, só quem tá formado no bonde que bota a cara”

Participe. Traga flores, instrumentos e o seu desejo.

Coletivo Marcha da Liberdade Rio.

No Rio organizam, mobilizam e marcham (em negrito em confirmação)

AMB – Articulação das Mulheres Brasileiras

APAFUNK -Associação dos Profissionais e Amigos do Funk

Ascine-RJ Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro

ASTRA -Associação de Travestis e Transexuais do Rio de Janeiro

Bloco Boi Tolo

Bloco Céu na Terra

Bloco Me Beija que Eu Sou Cineasta

Bloco Planta na Mente

Cineclube Mate com Angu

Circuito Fora do Eixo

CUFA_NACIONAL

FNDC (Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações)

Fórum Cultural de Niterói

Fórum de Mídia Livre

Fórum dos Pontos de Cultura RJ/ES

Fale RJ – Frente Ampla pela Liberdade de Expressão

Grupo Arco-Íris

Instituto Overmundo

Intervozes

Liga Brasileira das Lésbicas

Mandato Deputado Alessandro Molon

Mandato Deputado Marcelo Freixo

Mandato Vereador Reimont

Marcha da Maconha – Niterói

Marcha das Vadias

MLM (Movimento pela Legalização da Maconha)

Movimento DELLAS

Movimento dos Bombeiros do Rio

Movimento dos Professores do Estado do Rio

Movimento Nacional dos Pontos de Cultura

Mulheres e Mídia

Orquestra Voadora

Pontão Campus Avançado

Pontão de Cultura Digital da ECO-UFRJ

Rede Universidade Nômade

REDTRANS

Sindicato das Prostitutas do Rio

SOS Corpo

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ORGANIZANDO “LA MARCHA DE LAS PUTAS”

La llamada “Marcha de las putas” reunió a cientos de personas en las calles de Ciudad de México para exigir el derecho a la seguridad sexual.
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Adicionado em 13/6/2011
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ORGANIZANDO “LA MARCHA DE LAS PUTAS”.

 

 Feministas Bio Bio invita a colectivos, agrupas, y a personas  interesadas, a reunirse el día sábado 18 de junio con motivo de organizar el evento conocido como “La marcha de las Putas”.

 

“La marcha de las putas” tiene su origen en Canadá. Surgió como respuesta a la actitud de un policía, quien, en una conferencia, argumentó que las agresiones que sufren las mujeres se deben a que ellas se visten como putas. Diferentes ciudades de América Latina y Europa están – y estamos – repitiendo esta acción con el fin de dejar en claro que la víctima no es la culpable, que una mujer es libre de vestir como le plazca sin el riesgo de ser violada, y exigiendo a las autoridades que los juicios sean justos, ya que los agresores no pueden ser vistos como víctimas de los impulsos atribuidos a su condición de “machos”.

 

Los objetivos de la reunión son, por un lado, profundizar las reflexiones sobre la agresión y la discriminación que sufren las mujeres que rompen un mandato de sumisión, y también gestionar en conjunto una acción pública que denuncie y concientice sobre la violencia hacia las mujeres, de manera performática, musical, artística, y política, en las calles de la ciudad penquista.

 

Agradecemos desde ya el interés de trabajar en colaboración, el lugar será en las afueras de la sala de Antropología de la Universidad de Concepción, a las 18 horas, este sábado 18 de junio.

 

 

Para mayor información van unos links noticiosos a continuación:

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=_oj_Qip-3no

 

http://www.youtube.com/watch?v=GaqJBnRPfZg

 

http://mar-mardeideas.blogspot.com/2011/06/por-el-derecho-vivir-sin-estereotipos.html

 

 

Saludos!!

 

Feministas Bio Bio,

 

Sin miedos ni culpas.

 

 

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