Arquivo da categoria: sexualidades

Assembléia de Mulheres Afrolatino Americanas, caribenhas e da diaspora

Asamblea de la Red de Mujeres Afrolatinas, Afrocaribeñas y de la Diáspora.
23, 24 y 25 de julio de 2012
Sala Pinacoteca de ALADI (Asociación Latinoamericana de Integración)
Cebollatí 1461

Programa
Lunes 23 de julio de 2012
9.30- 10
Registro de participantes
10. – 10.30 Saludo de bienvenida
 Responsable del Área de Genero y Desarrollo – Agencia Española de Cooperación, Sra. Rosana Pastor.
 Directora Técnica – ONU Mujeres, Sra. Irene Rodríguez.
 Instituto de las Mujeres –Ministerio de Desarrollo Social, Sra. Beatriz Ramírez.
 Casa de la Cultura Afrouruguaya, Sr. Edgardo Ortuño
 Secretario Gral. de ALADI, Sr Carlos Álvarez.
 Elizabeth Suarez- Coordinadora Cono Sur Red MAAD
11.00 – 11.30 Café
11.30 – 12.00 Presentación de la actividad
Rendición de cuentas- avances y retrocesos.
Dorotea Wilson Coordinadora Gral. Coordinadora Brasil
12.00- 12.30 Intercambio
12.30 – 14.30 Almuerzo
14.30 – 15.30 Mesa de delegadas por país (Argentina, Brasil, Chile, Paraguay y Uruguay )
Contextualización de la situación de los derechos sexuales y derechos reproductivos
15.30- 15 45 Café
16.00- 17.30Trabajo en dos subgrupos :
 Derechos sexuales
 Derechos reproductivos
17.30 – 18.00 Plenario -Presentación del trabajo de los subgrupos consensos, disensos y desafíos
18.00 Lectura de conclusiones cierre de la jornada
19.30 Conferencia: Mujeres Políticas Afrodescendientes hacia el 2014.
Brindis bienvenida Club Uruguayo- Brasilero – 18 de julio 994.
Martes 24 de julio
9.30 – 11.30 Presentación del índice ISO quito –Seguimiento de indicadores de género para América Latina – Articulación Feminista Marcosur – Cotidiano Mujer Magdalena Gutiérrez – Silvana Bruera
11.30- 11. 45 Café
11.45 – 12.45 Mesa de delegadas por país (Argentina, Brasil, Chile, Paraguay y Uruguay )
Contextualización de la situación de la participación política de las mujeres afro.
13.00 – 15.00 Almuerzo
15.00- 16.45 Trabajo en grupos: Indicadores para la Participación Política
17.00- 17.15 Café
17. 15 – 18.00 Presentación del trabajo de los grupos: consensos, disensos y desafíos
18.15- 18.30 Lectura de conclusiones cierre de la jornada
20.00hs Pasillo Gastronómico de comidas Afrocriollas
Casa de la Cultura Afrouruguaya
21.00 Espectáculo artístico – Actuación de Las hijas de Mandela
Miércoles 25 de julio
10. 00- 11.00 Validación de los cambios del Estatuto
11.30 – 12.00 Elección de las Enlaces nacionales – delegadas para CEPAL 2013
12.30- 14.30 Almuerzo
15.00- 15.30 Cierre del evento.
16.00 Rueda de prensa : Lectura de Conclusiones de la Asamblea
19. hs Actividad del Departamento de las Mujeres Afrodescendientes – MIDES
Premiación: Amanda Rorra.

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Governo do Rio e TJ realizam uniões homoafetivas Cerimônia coletiva acontece no dia 1º de julho, às 15h, no auditório do Tribunal de Justiça do estado.

Governo do Rio e TJ realizam uniões homoafetivas

Cerimônia coletiva acontece no dia 1º de julho, às 15h, no auditório do Tribunal de Justiça do estado.

Para comemorar mais de um ano da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autoriza a união estável de pessoas do mesmo sexo, o Governo do Rio, através do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, coordenado pela Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, juntamente com o Tribunal de Justiça do RJ realizarão uma cerimônia coletiva com até 70 casais LGBT. Quem estiver interessada (o) em participar deverá encaminhar a ficha de inscrição (em anexo) e os documentos até o dia 12 de junho.

“A ADPF 132 foi uma medida solicitada pelo Governador Sérgio Cabral junto ao STF. Passado mais de um ano reconhecimento da Suprema Corte das uniões estáveis homoafetivas, muitos brasileiros e brasileiras não só tiveram acesso a esta informação, de que podiam realizar suas uniões, como também puderam efetivamente dar entrada em seus pedidos. Esta cerimônia coletiva é para novamente darmos visibilidade a este direito que, com toda a certeza, é um avanço importante na conquista de direitos civis por nós LGBT!”, afirma o superintendente e coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento.

Para a inscrição, o casal deverá reunir os seguintes documentos:

  • Ficha de Inscrição: preencher com os dados do casal em formulário padrão (em anexo).
  • Para cada um dos cônjuges: Certidão de Nascimento (em caso de ser solteiro); ou casamento (se for divorciado), ou certidão de óbito do cônjuge (se for viúvo), mais carteira de identidade, CPF, comprovante de residência, comprovante de renda, bens de cada um ou do casal;
  • Para as testemunhas: (duas por casal) – identidade, CPF e comprovante de residência e maiores de 18 anos.

 

A inscrição poderá ser feita das seguintes formas:

1)      Inscrição pelo Disque Cidadania LGBT (0800 0234567) e entrega das cópias dos documentos complementares em um Centro de Cidadania LGBT do Rio mais próximo;

2)      Inscrição pelo Disque Cidadania LGBT do RJ e envio das cópias dos documentos complementares por e-mail riosemhomofobia@social.rj.gov.br (para isso os interessados deverão escanear os documentos);

3)      Inscrição e envio dos documentos complementares pelo e-mailriosemhomofobia@social.rj.gov.br;

4)      Inscrição e entrega dos documentos diretamente em um Centro de Referência LGBT do RJ mais próximo. Endereços dos Centros no site www.riosemhomofobia.rj.gov.br ou pelo Disque Cidadania LGBT – 0800 023 4567.

 

A confirmação da inscrição

Para habilitação do casal inscrito haverá entrevista com a equipe do Tribunal de Justiça e as audiências, que ocorrerão  no mês de junho, terão atas que já servirão como documento para que os casais comprovem suas uniões, sem a necessidade de registro nos cartórios. Para garantir o sigilo e a privacidade das informações, as audiências serão realizadas sob segredo de justiça, estando somente presentes o casal, as testemunhas, o representante do Ministério Público, o representante da Defensoria Pública, o representante da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da SEASDH e o Juiz designado. Os casais formados por travestis e/ou transexuais terão seus nomes sociais e de registro nas atas da audiência.

Os casais que quiserem poderão, após a audiência de união estável, entrar com o pedido de conversão para casamento. Para isso, contarão com o auxílio da equipe da Defensoria Pública, da OABRJ e do Rio Sem Homofobia, para tomar as providências cabíveis para cada casal. Vale lembrar que pessoas casadas civilmente ou ainda não divorciadas, não poderão se inscrever.

 

Informações para imprensa

 

Márcia Vilella | Diego Cotta

ASCOM SuperDir | SEASDH

(21) 2284-2475 | 8158-9692 | 8097-7558

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Dia 29 de agosto é dia de luta pela visibilidade lesbica! pelo fim do preconceito contra mulheres que amam mulheres!

visibilidade lesbica

“Afirmar-se como lésbica é
uma identidade política que
transcende a “identidade sexual” e, portanto, constitui uma
ação política para desconstrução da heterossexualidade
compulsória e da heteronormatividade que se manifestam,
por exemplo, na imposição da
maternidade como obrigação e
não como opção”- CEFESS

Em 29 de agosto de 1996, aconteceu o I Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE) onde, pela primeira vez, no Brasil, reuniram-se mais de cem mulheres lésbicas para discutir e rever os seus direitos e conceitos. Esta foi a razão que motivou a escolha data de 29 de agosto como a alusão a este marcante encontro, que possibilitou a abertura de um fórum oficial de discussões e que conferiu mais visibilidade às questões ligada as mulheres lésbicas.
Fonte: SPM

noticias do site: parada Lésbica DF: http://paradalesbica.com.br/2010/08/29-de-agosto-dia-nacional-da-visibilidade-lesbica-somos-muitas-estamos-em-todas-as-partes/

29 de agosto, dia nacional da visibilidade lésbica somos muitas, estamos em todas as partes! Data: 27/08/2010 · Autora: tate · Categoria: Colunas, Cotidiana · 16 Comentários

6ª caminhada lésbica de brasília

29 de agosto de 2010, saindo da torre de tv às 11h44 e rumando até a Praça Galdino, na 703/4 sul
que radicalidade? ser lésbica é um ato politico! num mundo em que mulheres são assassinada, estupradas, violentadas justamente ser mulher ou por não se submeter ao que se espera de uma mulher, a lesbiandade é um ato politico, uma resposta direta ao aprisionamento do patriarcado e da heterossexualidade obrigatória, imposições simbólicas e explícitas que tentam nos impedir de existir, de gozar e de lutar.
ser radical é ir fundo, ir nas raízes: amar outras mulheres, gozar com outras mulheres, estar com outras mulheres e se conectar com a produção cultural, histórica e afetiva das mulheres são formas de viver essa radicalidade. lesbiandade é sororidade, ou seja, solidariedade entre mulheres. não é só sobre com quem você faz sexo: é sobre alianças afetivo-políticas entre mulheres, é sobre com quem você escolhe compartilhar sua vida e de que forma.

que feminismo? a luta pelo fim do sexismo e da lesbofobia é uma luta feminista, vivida e protagonizada por mulheres, e que tem como objetivo primeiro a libertação de nós, mulheres. mas não é uma luta restrita a nós, e tem que ser abraçada por muitas outras pessoas! primeiro porque a liberdade de todas existe a partir da liberdade de cada uma, e enquanto uma estiver ameaçada, todas estaremos! depois, porque os maiores beneficiados pelo patriarcado, que são os homens, têm que assumir suas responsabilidades e questionar seus privilégios, construir outras formas de existência não opressoras, não sexistas!
o feminismo não é sobre odiar determinadas pessoas, mas sobre afeto por nós mesmas e sobre apostar num modo de vida em que as mulheres sejamos livres, protagonistas, sujeitas de nossas próprias histórias e respeitadas em nossa autonomia.

que anti-racismo? da mesma forma que uma só será efetivamente livre quando todas, todxs e todos formos livres, o sexismo só vai acabar quando o racismo acabar. o feminismo anti-racista entende as articulações das várias formas de opressão, e entende especialmente que o racismo é um sistema de dominação antigo e que tem matado, oprimido, aniquilado, estuprado, silenciado e embranquecido corpos e mentes.

somos diversas, temos muitas cores e tons. o fato de inexistirem raças biológicas não faz com que o racismo desapareça, porque racismo tem a ver com o jeito que algumas aparências são recebidas, ou seja, a existência social das raças. não existimos “independentemente” de nossas cores e formas, existismos a partir delas, e é a partir delas que queremos ser reconhecidas, vistas, respeitadas, amadas. o que significa dizer “ela é uma negra linda” quando não se costuma dizer “ela é uma loira linda”? pense… negritude não é o oposto de beleza! e chega de dizer “neguim é foda”, chega de racismo linguístico!

que anti-especismo? algumas pessoas acham que vegetarianismo tem a ver unicamente com saúde. preferimos entender vegetarianismo como forma de demonstrar solidariedade entre espécies diferentes, humanas e não-humanas. o especismo, que é a idéia da supremacia da espécie humana sobre as outras, pode ser enfrentado como o sistema de opressão que efetivamente é, e que tem reflexos na forma com que a humanidade lida com a natureza em geral: se distanciando dela, e a entendendo como “recurso”, ou lugar de onde extrair riquezas e onde despejar resíduos. a natureza não é algo a ser subjugado, conquistado, oprimido, dominado. uma vida livre de crueldade na alimentação, no vestuário, nos remédios, nos cosméticos etc tem a ver com essa proposta ampla de viver sem contribuir pra opressões que se repetem: “da mesma forma que as mulheres não existem pra servir aos homens e as pessoas negras não existem pra servir às brancas, as pessoas não-humanas não existem pra servir às humanas” – nas palavras de alice walker.

a 6ª caminhada lésbica de brasília tem como tema “somos muitas, estamos em todos os lugares”, e vai ter apresentações de mulheres artistas do DF. escolhemos a Praça Galdino (praça do Índio) como lugar de encerramento porque duas tragédias brutais aconteceram ali: em 1997, o indígena Galdino de Jesus, da etnia Paaxó Hã Hã Hãe foi assassinado, e em 2009 um casal de gays em situação de rua foi executado por um funcionário do público que queria “limpar a cidade”. a praça Galdino é um marco político para os movimentos sociais que lutam pra que muitas existências sejam possíveis e respeitadas em suas singularidades, por um mundo em que caibam vários mundos!!

coturnodevenus@coturnodevenus.org.br @coturnodevenus – associação lésbica feminista de brasília

sapatariadf@gmail.com – coletivo de lésbicas e bissexuais do df

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ORGANIZANDO “LA MARCHA DE LAS PUTAS”

La llamada “Marcha de las putas” reunió a cientos de personas en las calles de Ciudad de México para exigir el derecho a la seguridad sexual.
00:01:37
Adicionado em 13/6/2011
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ORGANIZANDO “LA MARCHA DE LAS PUTAS”.

 

 Feministas Bio Bio invita a colectivos, agrupas, y a personas  interesadas, a reunirse el día sábado 18 de junio con motivo de organizar el evento conocido como “La marcha de las Putas”.

 

“La marcha de las putas” tiene su origen en Canadá. Surgió como respuesta a la actitud de un policía, quien, en una conferencia, argumentó que las agresiones que sufren las mujeres se deben a que ellas se visten como putas. Diferentes ciudades de América Latina y Europa están – y estamos – repitiendo esta acción con el fin de dejar en claro que la víctima no es la culpable, que una mujer es libre de vestir como le plazca sin el riesgo de ser violada, y exigiendo a las autoridades que los juicios sean justos, ya que los agresores no pueden ser vistos como víctimas de los impulsos atribuidos a su condición de “machos”.

 

Los objetivos de la reunión son, por un lado, profundizar las reflexiones sobre la agresión y la discriminación que sufren las mujeres que rompen un mandato de sumisión, y también gestionar en conjunto una acción pública que denuncie y concientice sobre la violencia hacia las mujeres, de manera performática, musical, artística, y política, en las calles de la ciudad penquista.

 

Agradecemos desde ya el interés de trabajar en colaboración, el lugar será en las afueras de la sala de Antropología de la Universidad de Concepción, a las 18 horas, este sábado 18 de junio.

 

 

Para mayor información van unos links noticiosos a continuación:

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=_oj_Qip-3no

 

http://www.youtube.com/watch?v=GaqJBnRPfZg

 

http://mar-mardeideas.blogspot.com/2011/06/por-el-derecho-vivir-sin-estereotipos.html

 

 

Saludos!!

 

Feministas Bio Bio,

 

Sin miedos ni culpas.

 

 

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